Friday, October 24, 2008
Na minha opinião..IN SEARCH OF A MIDNIGHT KISS
A noite de passagem de ano aproxima-se e algo incomoda Wilson: com que irá passar a meia noite? Quem será a pessoa especial com quem ele irá partilhar o beijo das doze badaladas,fazendo-o esquecer a solidão em que tem estado submerso desde o fim da sua relação?
O relógio não pára, a necessidade aguça o engenho e se os outros o fazem, porque é que ele não ha-de fazer tambem? Colocar um anúncio à procura de companheira (ou companhia?) foi a sugestão, do seu colega Jacob, e ao mesmo tempo a solução. As respostas ao anúncio não se fizeram esperar, mas uma em particular podia mudar a sua vida - ou pelo menos aquele dia.
As comparações a 'Benfore Sunrise' são fáceis e evidentes (um casal vagueia pela cidade enquanto se vai conhecendo) mas há ali qualquer coisa que remete para 'Clerks'. O preto e branco (não se deixem desanimar por esta opção estética, a fotografia do filme está muito bem conseguida), os diálogos divertidos e a roçar o ordinário (tornado-os comuns, longe das conversas pseudo-intelectuais do referido 'Before Sunrise') e o realismo dos protagonista e das relações que os unem, fazem sem dúvida lembrar o clássico de Kevin Smith.
Dito isto, são sem dúvida 90 minutos bem passados na companhia deste pessoal - uma palavra para todo o elenco, cuja prestação descontraída e natural ajuda a criar um ambiente ainda mais realista. Depois da desilusão que foi 'Quiet City', este '..Midnight Kiss',sem dúvida que correspondeu às expectativas.
Wednesday, August 27, 2008
Finalmente...THE FALL
Diz-se que Tarsem demorou 4 anos a filma-lo.
Diz-se que o fez em 18 paises diferentes.
Diz-se que tudo o que vemos é real e nada foi adicionado por computador sob a forma de efeitos especiais.
Diz-se isto e muito mais. Com Roy a dizer as palavras, e Alexandria a criar as imagens o resultado é este…
Num filme que vive sobretudo das suas imagens e do impacto visual que estas provocam o meu comentário fica por aqui. Não me atrevo a escreve mais uma linha sequer a não ser para dizer : vejam! Alias, admirem.
Monday, July 28, 2008
Na minha opinião... THE DARK KNIGHT
Em palavras do Boga "O filme so não é melhor porque logo à partida já sabíamos que ia ser muito bom". Dessa conversa ainda surgiu outra ideia comum: tirava meia hora ao filme, só não sei onde.
Concluído este à parte, venha o Cavaleiro das Trevas. É de conhecimento geral que os dois primeiros Batman são muito bons (porque são de Tim Burton) e os dois que se seguiram são no mínimo maus (porque o Joel Schumacher 'é fraco'. ah, e porque o bat-fato tinha mamilos!) ainda que essa não seja a nossa opinião, mas parece bem partir deste pressuposto. Sinceramente não tenho uma opinião tão extrema. Qualquer dos filmes tem coisas boas e mas, talvez os de Burton tenham mais coisas boas que os de Schumacher, mas não consigo inclui-los numa lista de melhores obras do criativo realizador.
Mas com Batman Begins coube a Christopher Nolan dar seguimento à saga do homem morcego. O título denunciava-o e o filme comprovou-o, não se tratava de uma continuação mas sim de um reboot á serie cuja fama ja tinha conhecido melhores dias. Escolha acertada e executada de forma brilhante com uma abordagem diferente, mais real e mais terra-a-terra que o habitual nestas adaptações de super herois.
A primeira abordagem de Nolan ao universo de Gotham City elevou a fasquia de tal maneira que a curiosidade e a expectativa em torno deste 'Dark Knight' disparou a partir do momento em que foi anunciado.
Após meses de promoção nos media, com vários trailers diferentes, falsos sites dedicados à campanha de Harvey Dent, edições em papel do Gotham Globe entre outros meios originais para chamar a atenção para a chegada do Cavaleiro o filme estreia.
As primeira reacções não podiam ser mais positivas: tratava-se de um filme fantástico, o Joker de Heath Ledger erao maior vilão do grande ecrã de todos os tempos e o filme teria de aparecer na corrida aos Oscar.
E não é que não estes declarações exageradas? O filme é sem dúvida espectacular. Muito se falou em como este não deveria ser encarado não como mais um filme de super heróis mas deveria mais facilmente encaixar na categoria de thrillers como Heat (onde destacam o duelo Joker vs Batman, comparando-o com o que opõe De Niro a Al Pacino no filme de Michael Mann). As comparações a Heat tornaram-se exageradas e gratuitas, quase um lugar comum nas primeiras análises a 'Dark Knight' mas a cena inicial do assalto ao banco, aqueles tons azulados que dominam quase todas as cenas do filme e o embate entre os protagonistas recordam-nos claramente alguns trabalhos de Michael Mann, como o citado 'Heat' e 'The Insider' por exemplo. Digamos que se a câmara fosse mais 'irrequieta' ou tivesse sido filmado em formato digital ficaríamos na duvida se não havia ali mão do veterano realizador americano.
A história pega pouco depois de onde '..Begins' nos tinha deixado: Gotham City continua a ser dominada pela mafia, agora com Salvatore Maroni (Eric Roberts) a liderar o sub mundo do crime, mas agora em menor escala com o vigilante mascarado a tentar repôr a ordem. Nesta luta contra o crime e corrupção Batman conta com um aliado de peso, a acrescentar ao seu parceiro nas forças policiais James Gordon, que é Harvey Dent(Aaron Eckhart), o novo Procurador Geral de Gotham City.
Se esta luta não já não se afigurava fácil a chegada de Joker não veio facilitar em nada. O objectivo? Não e dinheiro, não é poder, não é fama. É simplesmente espalhar o caos ao mesmo tempo que demonstra a falta de esperança no ser humano da actualidade. E isto remete-nos para o segundo ponto no que diz respeito a elogios que é a transformação de Heat Ledger em Joker.
É simplesmente arrepiante e ao mesmo tempo desconcertante. Já tinha admitido que não via em Ledger capacidades representativas que justificassem tanto elogio, algo que pensei estar associado ao seu falecimento prematuro.Após ver 'Dark Knight', retiro tudo o que disse. Este filme coloca Ledger entre os grandes e o seu Joker na galeria dos maiores vilões de sempre na história do cinema, ao nível de Hannibal Lecter, numa história mais recente.
O movimento, os tiques, a voz, é uma composição simplesmente fantástica. Não acredito que o trabalho para criação desta personagem não tenha afectado Heath Ledger tal é a sua demência e perversidade. Nolan quis tornar este Joker absoluto dando-nos tudo em Dark Knight para compreendermos e apreendermos na totalidade deste vilão e conseguirmo-nos afastar por completo daquele criado por Jack Nicholson (as semelhanças ficam-se pelo nome e com um bocado de boa vontade, pela maquilhagem).
Quanto ao terceiro ponto, os prémios, é mais complicado e nem ache que o filme necessite disso. A altura em que 'Dark Knight' é lançado, mascarado de blockbuster de Verão, mostra mais preocupações a nivel comercial do que artístico. Mas até Fevereiro não se esqueçam de Ledger pelo menos.
Já muito se disse do filme e duvido que tenha acrescentado alguma coisa, só ha uma ideia a reter: 'Dark Knight' é um filme brilhante que nem se deve usar como termo de comparação com qualquer filme de super-heróis feito até a data.
Claramente, a ver.
Monday, July 14, 2008
Na minha opinião... THE HAPPENING
Depois veio 'Signs', nem sempre foi bem interpretado, 'The Village' gerou muita discussão e 'Lady of the Water' arrasou por completo todo o hype que se vinha a gerar em volta de Shyamalan considerando-o um dos autores mais criativos do cinema moderno.
Pessoalmente, gostei de 'Signs' - se o enquadrar-mos correctamente - e defendi 'The Village' em algumas discussões. Até 'Lady in the Water' não me desapontou tanto
quanto esperava (tal não era a onda negativa associada ao filme). Ou seja, continuo a achar Shyamalan um excelente contador de histórias, mas reconheço um querbra de forma se tivermos como base de comparação o promissor início de carreira.
Mas voltando a 'The Happening', o filme apareceu de mansinho, sem estardalhaço muito por culpa da dificuldade que teve em arranjar distribuição - o conto da senhora das águas deixou feridas profundas. O poster era enigmático, o trailer pouco mostrava e a curiosidade era apenas provocada pelo nome do autor debaixo do nome do filme.
Se este nome provocava curiosidade já o outro causava desconfiança : Mark Wahlberg. É certo que esteve bem em 'The Departed' e 'I Heart Huckabees' mas não lhe reconheço mérito para um papel principal num filme destes. Mas podia tratar-se de mais uma aposta bem sucedida como foi Bruce Willis em 'Sixth Sense' e 'Unbreakable'. Mas não...
O set up inicial promete, com um Central Park mergulhado num caos total à medida que as pessoas que por lá passam começam a aplicar golpes fatais no próprio corpo. E de Nova Iorque começa a espalhar-se por toda a costa Este dos EUA, incluinda Filadélfia, onde o nosso 'herói' dá aulas de ciências. Que provoca este comportamento? Será um ataque terrorista?
O filme tenta explorar a angustia causada por este 'ataque' e toda a incerteza gerada principalmente em redor da familia de Elliot (Wahlberg) mas para que tal fosse bem sucedido a tarefa não podia ficar a cargo do Marky Mark e companhia. Num filme que vive essencialmente do drama humano e das relações pessoais, exigia-se mais competência na arte da representação do que aquilo mostrado por todo os protagonistas. Wahlberg é inexpressivo e quando tenta mostrar algo que fuja ao seu típico durão acaba por parecer ridículo, Zooey Deschanel é uma cara bonita no ecrã mas tem nas mãos uma personagem demasiado confusa para ser construída tão à pressa de modo eficiente, e até John Leguizamo parece abaixo do que já mostrou ser capaz.
O filme é mau? Sinceramente não acho. O tema é interessante embora curto (ou mal aproveitado) para encher 90 minutos mas tem bons momentos (destaco a fotografia ao longo de todo o filme) e levanta algumas questões.
Não é este que vai tirar a corda do pescoço de Shyamalan mas talvez dê um bocado de folga no nó.
Para quem viu : The Mist, Signs, War of The Worlds
Thursday, April 10, 2008
Na minha opinião... Parte I
[REC] e Cloverfield - Em 1999 'Blairwitch Project' reinventa o cinema fantástico com um recurso inteligente às novas tecnologias utilizando a Internet para lançar a confusão acerca da veracidade ou não do que se via no filme de Myrick e Sanchez. Será que as imagens que se viam no grande ecrã tinha sido mesmo capturadas por aquele grupo de aspirantes a cineastas? Será que eles existiam mesmo?E a bruxa?
2008 marca o regresso deste cinema-verdade com 2 projectos que pegaram nos pontos fortes de 'Blairwitch' e distorceram-nos a seu favor: transmitir realismo e apostar forte na promoção.
Se 'Cloverfield' aposta no efeito surpresa lançando um trailer não-identificado imediatamente antes do ecrã ser invadido por robots gigantes (o primeiro trailer foi distribuido com 'Transformers' nos EUA apanhando toda a gente desprevina e lançado um autêntica buscar a o-que-raio-foi-aquilo pela internet), [REC] joga seguro e investe numa fórmula que no papel parece simples (afinal de contas é um 'Blairwich' só que dentro de um edifício com zombies) mas a forma como é executada o torna numa experiência única. E para ajduar lançaram aquele que para mim é um dos trailer\promoções mais originais dos últimos tempos.
A sequência pela qual vi os filmes poderá ter influência na minha análise, tal não foi o impacto causado por [REC] (que acabo por considerar mais um exercício de esilo sobre o medo - faz lembrar 'Ju-On'- do que um filme), mas Cloverfield soube-me claramente a pouco.
A estes prémios podem juntar o do Fantas deste ano. Eu avisei ;)
Le Scaphandre et le Papillon - Arrepiante. Não consigo deixar de o associar a 'Mar Adentro' mas não sei por achar ainda mais heróica a atitude do protagonista do filme francês, considero-o superior ao filme de Amenábar. E o facto de grande parte do filme ser mostrado do ponto de vista do imobilizado Jean Dominique ajuda a criar uma empatia e ao mesmo tempo um desespero ainda maior. Juntem-lhe um fotografia fantástica (obra de Janusz Kaminsky, parceiro habitual de Spielberg) e desempenhos de grande entrega dos restantes actores e preparem-se para um grande filme.
El Orfanato - Guillermo Del Toro tira partido do peso que vai ganhando em Hollywood para chamar a atenção sobre esta pérola espanhola que o próprio produz. Com menos espalhafato e barulho que [REC] temos aqui um thriller brilhante que apesar de ainda o ano nem ir a meio, já tem lugar guardado na minha colecção de favoritos. Quartos vazios, traumas infantis, crianças perturbadas, casas isoladas...parecem cliches de qualquer filme barato de terror. Não neste caso. Nunca um saco de serapilheira foi tão assustador.
Vantage Point - Vale mais pela sua estrutura (a lembrar "11:14" ou "Go" para os contemporâneo ou "Rashomon" para os clássicos) do que pelo conteúdo mas não deixa de ser um proposta interessante. Quanto mais não seja para ver o Dr. Jack Sheppard fora da ilha a guiar um rebanho de perdidos.
A L'Interieur - Depois da subtileza e beleza de 'Scaphandre" esta proposta francesa não podia ser mais diferente. Quem vem acompanhando o cinema fantástico europeu dos últimos anos também já deve ter reparado que da França, alem de Espanha, têm surgido opção com tanto de interessante como de diverso -'Ils' e 'Haute Tension' são dois bons exemplos. Este aproxima-se mais de 'Haute Tension' elevando os inveis de violência e hemoglobina a um patamar ainda mais extremo. E pensar que tudo começou com uma gravidez... nada aconselhado aos mais facilmente impressionáveis e ainda menos a grávidas.
My Blueberry Nights - Wong Kar Wai chega aos Estados Unidos e como se não bastasse o risco associado a este salto geográfico, ainda decide apostar numa 'carinha bonita' da música americana para sua 'heoína' neste 'My Blueberry Nights'. Cabe a Norah Jones ser o elemento condutor deste road-movie com ares de auto-descoberta (mas não são todos?). A crítica arrasou o filme mas admito que embora não sendo um 'In the Mood for Love' consegue cativar muito por força da empatia gerada por Norah (que compensa alguma falta de qualidade na interpretação) e pelos desempenhos de grande parte dos secundários.
Monday, January 14, 2008
Noticias - Globos de Ouro
Ainda que sem cerimónia (pelo menos no sentido habitual da palavra) foram conhecidos ontem os vencedores dos Globos de Ouro. Segue a lista:
Categorias de cinema:
BEST MOTION PICTURE, DRAMA
"Atonement"
BEST MOTION PICTURE, MUSICAL OR COMEDY
"Sweeney Todd"
FOREIGN LANGUAGE PICTURE
"The Diving Bell and the Butterfly"
BEST DIRECTOR
Julian Schnabel, "The Diving Bell and the Butterfly"
BEST DRAMATIC ACTOR
Daniel Day-Lewis, "There Will Be Blood"
BEST DRAMATIC ACTRESS
Julie Christie, "Away From Her"
BEST ACTOR, COMEDY OR MUSICAL
Johnny Depp, "Sweeney Todd"
BEST ACTRESS, COMEDY OR MUSICAL
Marion Cotillard, "La Vie en Rose"
SUPPORTING ACTOR
Javier Bardem, "No Country for Old Men"
SUPPORTING ACTRESS
Cate Blanchett, "I'm Not There"
ANIMATED FILM
"Ratatouille”
SCREENPLAY
Joel Coen and Ethan Coen, "No Country for Old Men”
ORIGINAL SCORE
Dario Marianelli, "Atonement”
SONG
"Guaranteed" from "Into the Wild"
Umas breves considerações:
· O musical de Tim Burton conseguiu roubar o Globo a ‘Charlie Wilson’s War’ na categoria de melhor comédia ou musical e dá o primeiro globo a Johnny Depp (após a sua oitava-!- nomeação). Será algum indício para os Oscar?
· Daniel Day Lewis, ao que parece, arranca mais um brilhante desempenho em “There Will Be Blood” e á semelhança de Depp consegue o seu primeiro ‘globo’ num papel violento\sangrento à semelhança de Bill ‘The Butcher’ Cutting the “Gangs of New York” que o levou apenas até ao grupo de nomeados.
· Na categoria de melhor actriz numa comédia ou musical a luta também era cerrada e foi a francesa Marion Cotillard na sua encarnação de Edith Piaf em “La Môme” quem levou a melhor inclusive sobre a jovem Ellen Page que viu o seu “Juno” sair sem um único globo apesar das boas críticas e 3 nomeações.
· A omnipresença de Philip Seymour Hoffman nos nomeados para melhor actor (secundário em ‘”Charlie Wilson’s War” e principal em “The Savages”, aos quais eu juntava “Before the Devil Knows You’re Dead”) de pouco lhe valeu perdendo o ‘globo’ para Johnny Depp, como já referido anteriormente, e Javier Bardem numa categoria onde se esperava que Casey Affleck tivesse uma palavra a dizer.
· Apear do favoritismo e das muitas distinções obtidas até aqui, Amy Ryan (“Gone Baby Gone”) perde o ‘globo’ de melhor actriz secundário numa comédia ou musical para Cate Blanchett e a sua transformação na versão eléctrica de Bob Dylan em “I’m not There”.
· De França vem uma das maiores surpresas:Julian Schnabel leva o ‘globo’ de melhor realizador. Ao se lado corriam Tim Burton , Ridley Scott, os irmãos Coen e Joe Wright. Ganhar é sempre bom mas contra adversários destes a sensação só pode ser ainda melhor. Este prémio leva-nos a pensar se terá sido propositada a não inclusão de “Le Scaphandre et le Papillon” como candidato francês ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (“Persepolis” foi o escolhido, filme que curiosamente foi derrotado na categoria equivalente nestes Globos de Ouro). Será que ambiciona voos mais altos?
· Eddie Vedder ganha um ‘globo’...(Guaranteed de “Into the Wild”).
Tuesday, January 8, 2008
Noticias - Greve de Argumentistas faz mais 'vítimas'
Depois de vários actores (a lista ultrapassava os 70 nomes entre eles George Clooney,Julia Roberts, Jodie Foster ou Johnny Depp) declararem que iriam boicotar a cerimónia não comparecendo mostrando assim solidariedade pela causa que os argumentistas defendem, a organização decidiu cancelar o evento anunciando os vencedores em conferência de imprensa este domingo.
Até quando durará a greve? Até ao momento o cinema tinha conseguido passar um pouco ao lado deste movimento de revolta apesar da quantidade de projectos que terão ficado suspensos e até mesmo adiados, sendo a TV a grande prejudicada a curto prazo. Esta decisão, juntamente com os $$$ que os estúdios perdem por cada dia a mais que este braço de ferro dura, será que irá precipitar a conclusão das negociações? Esperemos sim, todos ganhamos.